Teórico-Prático Psicologia Hospitalar Julho 2013 - Turma 2
Oficina de Memória - Atividade Social
Teorias e Técnicas Psicoterápicas - Março 2014
Curso de Férias Teórico Pratico Jul 2014 - turma 01
Atendimento Grupal pais UTI Neonatal e Pediátrica
Curso de Psicologia do Envelhecimento - Junho 2015
Aperfeiçoamento agosto 2015 Turma 2
Aperfeiçoamento agosto 2015 Turma 1
Psicologia Hospitalar e Velhice
Curso de Féria Teórico - Prático julho 2015 T1
Curso de Féria Teórico - Prático jan 2016 T2
Aperfeiçoamento 2º sem 2017 (quinta)
Aperfeiçoamento 2º sem 2017 (sábado)

1º Lugar no Aprimoramento em Psicologia Hospitalar da UNICAMP e do InCor é aluna da Psicocare!

 

100% dos nossos estagiários aprovados nos melhores concursos públicos de Psicologia Hospitalar em 2013

   

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As Intermitências da Morte - José Saramago

saramagoNão há nada no mundo mais nu que um esqueleto", escreve José Saramago diante da representação tradicional da morte. Só mesmo um grande romancista para desnudar ainda mais a terrível figura. Apesar da fatalidade, a morte também tem seus caprichos. Cansada de ser detestada pela humanidade, a ossuda resolve suspender suas atividades. De repente, num certo país fabuloso, as pessoas simplesmente param de morrer. E o que no início provoca um verdadeiro clamor patriótico logo se revela um grave problema. Idosos e doentes agonizam em seus leitos sem poder "passar desta para melhor". Os empresários do serviço funerário se vêem "brutalmente desprovidos da sua matéria-prima". Hospitais e asilos geriátricos enfrentam uma superlotação crônica, que não pára de aumentar. O negócio das companhias de seguros entra em crise. O primeiro-ministro não sabe o que fazer, enquanto o cardeal se desconsola, porque "sem morte não há ressurreição, e sem ressurreição não há igreja". Um por um, ficam expostos os vínculos que ligam o Estado, as religiões e o cotidiano à mortalidade comum de todos os cidadãos. Mas, na sua intermitência, a morte pode a qualquer momento retomar os afazeres de sempre. Então, o que vai ser da nação já habituada ao caos da vida eterna? Ao fim e ao cabo, a própria morte é o personagem principal desta "ainda que certa, inverídica história sobre as intermitências da morte". É o que basta para o autor, misturando o bom humor e a amargura, tratar da vida e da condição humana.

De Frente para o Sol - Irvin D. Yalom

solPor trás das nossas angústias, vive o fantasma da morte. Embora as religiões cumpram o papel de nos oferecer uma resposta para nossa existência, sobre a morte todas as nossas construções são imaginárias. A morte não deve ser temida. De certa forma, somos todos imortais, uma vez que algo de nós se transmite aos que nos rodeiam e aos nossos herdeiros por meio do que Yalom chama de propagação. Este livro se propõe a ser um guia acessível a todos aqueles – tanto leitores comuns quanto psicoterapeutas – que desejam fazer uma reflexão mais aprofundada sobre os mistérios que para cada um de nós abriga o futuro e o destino. 

De quem é a vida afinal? - Ingrid Esslinger

vidaRevela angústias, dúvidas, anseios e condutas dos personagens do cenário hospitalar, quando do anúncio da morte. Resgata a importância dos cuidados paliativos, da bioética, da dignidade no processo de morte, do luto antecipatório, enfim, da morte como parte natural da vida, e não inimiga.

Gestos Finais - Maggie Callanan e Patricia Kelly

gestos finaisO mérito deste livro, mais que fornecer regras, é mostrar como é possível morrer com dignidade, sem dor e com apoio. Ainda que o leitor não concorde com a visão deísta das autoras, vale a pena lê-lo, até para que cada um dialogue consigo mesmo e tome consciência de que é preciso, sim, falar da morte.

Ladrões de Sono - Stanley Coren

ladroesDos pássaros que dormem em pleno vôo aos sonhos dos gatos e cachorros; dos efeitos dos plantões noturnos e ao aumento do número de acidentes durante o horário de verão, Ladões  de Sono conta tudo o que os cientistas já descobriram sobre o tema. Mas acima de divertir e dar dicas para resolver distúrbios do sono de adultos e crianças, o autor denuncia: em nossa sociendade, as pessoas dormem casa vez menos e suas tarefas exigem casa vez mais atenção, que é a primeira habilidade comprometida pela falta de sono.  

Leite Derramado - Chico Buarque

leite derramadoEm "Leite Derramado" (Companhia das Letras, 200 páginas, R$ 36), ele arquiteta um romance de tons sombrios, erguido sobre fragmentos de memórias narradas por um velho solitário que agoniza num leito de hospital. Ao relembrar seus dias de riqueza, seus amores, suas perdas, o personagem também apresenta ao leitor décadas de história do Brasil e do Rio, que aparecem em seus tempos de esplendor e em flashes da mixórdia contemporânea. Sem pretensão de espelhar a História, porém, o romance reflete sobre um tema recorrente nos livros de Chico: a solidão. Derramada pela memória do protagonista, ela costura as páginas com uma beleza triste, quebrada apenas por breves momentos de ironia.

O médico - Rubem Alves

medico“Pensar é estar doente dos olhos”, disse Alberto Caeiro. Pode ser que você ainda não tenha se dado conta disso, mas o fato é que todas as coisas belas do mundo são filhas da doença. O homem cria a beleza como remédio para a sua doença, como bálsamo para o seu medo de morrer. Pessoas que gozam saúde perfeita não criam nada. Se dependesse delas, o mundo seria uma mesmice chata. Por que haveriam de criar? A criação é fruto de sofrimento..

O passarinho engaiolado - Rubem Alves

passarinhoLivro infantil em formato grande. Fala em linguagem de gente pequena sobre liberdade. Com um colorido vibrante e belas ilustrações, encantará crianças de todas as idades

Os desafios da Terapia - Irvin D. Yalom

desafiosComo diz o subtítulo, destinado a jovens terapeutas, "Os Desafios da Terapia" é uma reunião de recomendações que abrange muitos aspectos do atendimento psicoterápico individual e algumas questões referentes às terapias de grupo. Sem se aprofundar nos temas, Irvin Yalom faz, entre outros tópicos, uma síntese bastante convincente da importância da análise do próprio terapeuta, da estrutura da transferência e de como ela reflete as demais relações do paciente, das dificuldades mais comuns do atendimento, da importância dos atos em contraposição às palavras, de como não se devem tomar decisões pelo paciente, da importância da análise dos sonhos. Entre os principais conselhos, Yalom sugere que o terapeuta deixe intervalos entre as sessões, faça visitas domiciliares, anotações, expresse suas dúvidas, não se esquive de falar de si e evite toda aproximação sexual com os pacientes.

Ostra feliz não faz pérola - Rubem Alves

ostraOstras felizes não fazem pérolas. Pessoas felizes não sentem a necessidade de criar. O ato criador, seja na ciência ou na arte, surge sempre de uma dor. Não é preciso que seja uma dor doída. Por vezes a dor aparece como aquela coceira que tem o nome de curiosidade. Com estas palavras, o próprio autor define o seu livro. Rubem Alves, um dos intelectuais mais respeitados do Brasil revela muito de suas próprias experiências de vida em Ostra feliz não faz pérola. Um prato cheio para quem busca conhecer novos pontos de vista sobre a vida.